05/07/2014

Globo Livros reedita Agatha Christie com novo projeto gráfico

Olá! Como vai o dia? Hoje trago para vocês uma novidade que vai agradar a todos os fãs de um bom clássico. A Globo Livros que tinha alguns livros da Agatha Christie no catálogo já há bem tempo sem uma edição nova relança nesse mês diversas obras da autora além de trazer novos títulos, todos com um projeto gráfico novo e criativo. Os livros chegam em versão física e digital ao mesmo tempo, e já estão em pré-venda. Confira a lista de títulos, as capas e as sinopses:

O Misterioso Caso de Styles, 288 páginas. Tradução: Ive Brunelli.
Quando Mr. Hastings encontra seu velho conhecido John Cavendish casualmente e aceita seu convite para passar uma temporada na enorme e isolada casa de campo de Styles, não imagina a misteriosa trama que o espera. Mrs. Emily Inglethorp, madrasta de John e Laurence Cavendish, herdou a propriedade de seu marido e tem todo o controle sobre patrimônio da família. Seu segundo marido é Alfred Inglethorp, vinte anos mais novo, cujo passado é nebuloso, o que causa enorme apreensão nos filhos de mrs. Emily e nos demais moradores de Styles. A tensão na propriedade chega ao limite quando mrs. Emily é encontrada trancada em seu quarto nos últimos estertores e morre com o nome de seu marido nos lábios. Morte natural ou envenenamento? Quem além de seu marido teria interesse em sua morte? Como ela pode ter sido envenenada? Para responder a todas essas perguntas, mr. Hastings, velho amigo de Hercule Poirot, pede autorização à família para chamar o excêntrico detetive belga. O astuto e simpático detetive analisa as evidências, entrevista testemunhas e o leitor vai seguindo seus passos a partir da envolvente narração de mr. Hastings. E a ele fica o desafio: diante de provas desconexas, testemunhos duvidosos e inúmeras reviravoltas, como o sagaz Poirot irá desvendar esta imbricada trama onde ninguém é exatamente o que parece? Neste que é o primeiro romance escrito por Agatha Christie, já estão presentes as marcas que a tornarão a maior escritora de suspense de todos os tempos: o mais famoso detetive, as personagens extremamente bem caracterizadas, a trama em que todos são suspeitos e o final estarrecedor, com todas as personagens reunidas – final que foi alterado pelo primeiro editor e aparece restaurado nessa versão.
O Assassinato de Roger Ackroyd, 296 páginas. Tradução:  Renato Rezende.
Em uma noite de setembro, o milionário Roger Ackroyd é encontrado morto, esfaqueado com uma adaga tunisiana – objeto raro de sua coleção particular – no quarto da mansão Fernly Park na pacata vila de King’s Abbott. A morte do fidalgo industrial é a terceira de uma misteriosa sequência de crimes, iniciada com a de Ashley Ferrars, que pode ter sido causada ou por uma ingestão acidental de soníferos ou envenenamento articulado por sua esposa – esta, aliás, completa a sequência de mortes, num provável suicídio. Os três crimes em série chamam a atenção da velha Caroline Sheppard, irmã do dr. Sheppard, médico da cidade e narrador da história. Suspeitando de que haja uma relação entre as mortes, dada a proximidade de miss Ferrars com o também viúvo Roger Ackroyd, Caroline pede a ajuda do então aposentado detetive belga Hercule Poirot, que passava suas merecidas férias na vila. Ameaças, chantagens, vícios, heranças, obsessões amorosas e uma carta reveladora deixada por miss Ferrars compõem o cenário desta surpreendente trama, cujo transcorrer elenca novos suspeitos a todo instante, exigindo a habitual perspicácia do detetive Poirot em seu retorno ao mundo das investigações. O assassinato de Roger Ackroyd é um dos mais famosos romances policiais da rainha do crime.

Assassinato no Campo de Golfe, 296 páginas. Tradução: Ive Brunelli.
Monsieur Hercule Poirot recebe uma misteriosa carta de um milionário sul-americano, monsieur Renauld, dizendo precisar dos serviços de um detetive e pedindo sua ajuda. A carta não dá detalhes do caso, nem informa exatamente o que está perturbando monsieur Renauld, só menciona que sua vida está em perigo. Imediatamente Poirot, seguido de seu assistente, o inseparável Hastings, parte para Merlinville-sur-Mer, uma pequena cidade no litoral francês onde reside o milionário. Porém, ao chegarem à casa de monsieur Renauld, descobrem que ele foi assassinado naquela noite, em um crime brutal: Renauld fora apunhalado pelas costas, estirado ao lado de uma cova no campo de golfe da propriedade. Quem teria motivos para assassinar monsieur Renauld? Por que Poirot tem a estranha sensação de que muitas coisas lhe são familiares neste caso? Monsieur Renauld tem ou não tem uma amante? As provas não se encaixam, os testemunhos são contraditórios e Poirot tem algo a mais com que se preocupar: a presença de Giraud, um famoso detetive francês da Sûreté de Paris, que também acompanha o caso e tem sérias divergências quanto aos métodos empregados por Poirot. Em um dos mais complicados casos que já investigou, Poirot irá usar toda sua argúcia e suas “células cinzentas” para descobrir quem assassinou monsieur Renauld e desvendar todas as complexas circunstâncias desta ardilosa trama na qual, além do assassino, o amor também se revela. 
Os Cinco Porquinhos, 296 páginas. Tradução: Otacílio Nunes.
Em um de seus mais intrigantes casos, Hercule Poirot enfrentará um opositor que desafiará sua inteligência e sagacidade: o tempo. Procurado pela bela jovem Carla Lemarchant, Poirot é contratado para investigar um terrível crime que acontecera dezesseis anos antes, e que envolveu os pais da moça. Caroline Crale foi condenada à prisão perpétua e submetida a trabalhos forçados pelo assassinato do marido, o famoso pintor Amyas Crale. Mas, antes de morrer na prisão, enviara à filha, então criança, uma carta afirmando sua inocência. Tantos anos depois, não há mais evidências a serem colhidas. As pistas e provas deverão ser tomadas apenas na análise psicológica das testemunhas, e, para tanto, Poirot contará com sua capacidade de compreensão profunda do espírito humano para desvendar esse mistério. Nas entrevistas que Poirot faz com as cinco testemunhas do crime se revelam seus caracteres e intenções, e fortes sentimentos vêm à tona: angústia, inveja, amor, desejo, cobiça, ciúme. Quem, além de Caroline, teria motivos para assassinar Amyas? O que se esconde por trás dos relatos das testemunhas? O que de fato aconteceu na propriedade dos Crale naquele fatídico dia? Nada leva a crer que alguma daquelas pessoas possa ter assassinado Amyas Carle, impulsionando o leitor a prestar muita atenção aos detalhes dos relatos, a fim de acompanhar o aguçado raciocínio de Poirot nesta trama cheia de sutilezas, e que culmina em uma surpreendente revelação do assassino e dos curiosos motivos do assassinato.

Os Relógios, 336 páginas. Tradução: Elton Mesquita.
Na sala do n° 19 de Wilbraham Crescent, cuja proprietária é uma senhora cega, Sheila Webb, uma estenografa, espera sua cliente. Ali, quatro relógios marcam 16h13, enquanto a mulher encontrará, em pânico, um homem desconhecido, no chão, inerte. Assassinato? Assim começa o envolvente romance policial Os relógios, de Agatha Christie, que conta com o mais famoso personagem da autora: o detetive belga Hercule Poirot. Duas investigações paralelas se entrelaçam ao longo da obra, dando ao livro o suspense e dinâmica inconfundíveis da autora. Uma das investigações, empreendida por Colin Lamb à serviço da inteligência britânica, é narrada em primeira pessoa e ligada à espionagem da Guerra Fria. A outra, central e que dá nome ao livro, diz respeito ao crime cometido na casa de n° 19, e dela participa Poirot. O detetive entra em cena após ser questionado se conseguiria solucionar o caso à distância, sem sequer deixar sua poltrona, usando apenas seu faro e instinto apurados. Os quatro misteriosos relógios parecem indicar pistas importantes e fundamentais para a resolução do caso, mas, em um primeiro momento, incompreensíveis para os investigadores. Método, raciocínio lógico e conhecimento da natureza humana, características marcantes do detetive belga, desta vez serão suficientes? Longe de testemunhas e da cena do crime, Hercule Poirot terá que pôr à prova todas as suas habilidades.
E Não Sobrou Nenhum, 400 páginas. Tradução: Renato Marques de Oliveira.
Uma ilha misteriosa, um poema infantil, dez soldadinhos de porcelana e muito suspense são os ingredientes com que Agatha Christie constrói seu romance mais importante. Na ilha do Soldado, antiga propriedade de um milionário norte-americano, dez pessoas sem nenhuma ligação aparente são confrontadas por uma voz misteriosa com fatos marcantes de seus passados. Convidados pelo misterioso mr. Owen, nenhum dos presentes tem muita certeza de por que estão ali, a despeito de conjecturas pouco convincentes que os leva a crer que passariam um agradável período de descanso em mordomia. Entretanto, já na primeira noite, o mistério e o suspense se abatem sobre eles e, num instante, todos são suspeitos, todos são vítimas e todos são culpados. É neste clima de tensão e desconforto que as mortes inexplicáveis começam e, sem comunicação com o continente devido a uma forte tempestade, a estadia transforma-se em um pesadelo. Todos se perguntam: quem é o misterioso anfitrião, mr. Owen? Existe mais alguém na ilha? O assassino pode ser um dos convidados? Que mente ardilosa teria preparado um crime tão complexo? E, sobretudo, por quê? São essas e outras perguntas que o leitor será desafiado a resolver neste fabuloso romance de Agatha Christie, que envolve os espíritos mais perspicazes num complexo emaranhado de situações, lembranças e acusações na busca deste sagaz assassino. Medo, confinamento e angústia: que o leitor descubra por si mesmo porque E não sobrou nenhum foi eleito o melhor romance policial de todos os tempos.

O Adversário Secreto, 384 páginas. Tradução: Renato Marques de Oliveira.
1915. O navio de passageiros RMS Lusitania acabara de ser torpedeado por forças alemãs. Seu fim era inevitável. A bordo, um homem misterioso deposita todas as suas fichas em uma jovem desconhecida, ao confiar-lhe documentos secretos. Certamente, ela teria maiores chances de sobreviver ao desastre, embarcando em um dos poucos botes salva-vidas restantes. Se os documentos caíssem nas mãos erradas, o futuro dos países aliados estaria comprometido. Alguns anos depois, Tuppence Cowley e Tommy Beresford, esse simpático casal de jovens amigos de infância, encontram-se por acaso na saída de uma estação de metrô. Desempregados, buscando a reinserção diante das dificuldades na vida do pós-guerra e ávidos por aventuras, decidem publicar um anúncio oferecendo seus serviços, “dispostos a fazer qualquer coisa”. O destino faz das suas e, antes mesmo de conseguirem veicular a mensagem, recebem um convite de um homem que ouviu a conversa inadvertidamente e acabam se envolvendo na busca dos documentos secretos perdidos no Lusitania. Seguindo as pistas, descobrem que os comprometedores documentos, após resistir ao famoso naufrágio, estariam nas mãos de uma moça chamada Jane Finn. Os jovens e inexperientes detetives, então contatados pelo serviço secreto britânico, partem no encalço da misteriosa moça com o dever de encontrá-la antes de Mr. Brown, gênio criminoso que deseja utilizar os documentos para ampliar seu poder pelo mundo. Tommy e Tuppence, personagens dos mais instigantes e enérgicos de Agatha Christie, terão que usar tudo o que sabem para se antecipar a Mr. Brown e sua assustadora onipresença.
Três Ratos Cegos e Outros Contos, 272 páginas. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
 Nos nove contos reunidos neste livro, Agatha Christie dá as pistas de por que ela fascina gerações de leitores ao redor de todo o mundo. Publicado pela primeira vez em 1950, o livro é uma preciosa amostra do estilo da autora, com sua precisa caracterização das personagens, indícios sendo displicentemente deixados para que o leitor se confunda e a presença marcante de seus mais queridos protagonistas: o excêntrico detetive belga Hercule Poirot e a simpática velhota miss Jane Marple. No conto que dá título ao livro, Agatha usa o mesmo recurso que em E não sobrou nenhum e Os cinco porquinhos: é uma cantiga popular infantil que dará as pistas e apontará os próximos passos, instaurando o clima soturno na trama. Aqui, o ambiente dramático é tão bem fundamentado que foi a partir desta história que ela escreveu A ratoeira, a peça que bateu o recorde de mais tempo em cartaz, ainda hoje sendo encenada em Londres. O conjunto das histórias pode ser lido como uma espécie de mostruário das diversas facetas com as quais Agatha consegue trabalhar. Se em “Uma estranha charada” a resolução do enigma pode levar a uma misteriosa fortuna, em “Os detetives amorosos” vemos um caso de paixão arrebatadora. O leitor que se embrenhar nestas histórias certamente será envolvido pelo delicioso emaranhado que a Rainha do Crime tece. Suas tramas são feitas de um verdadeiro catálogo das paixões humanas: coragem, mesquinharia, desejo, cobiça, curiosidade, ímpeto. Está tudo ali, amarrado e desenvolvido com uma saborosíssima mistura de entretenimento e inteligência.

E ai? Gostaram da novidade? Eu adorei. É perfeito para quem quer ler mais clássico e principalmente Agatha Christie. Já resenhei o primeiro livro do Poirot aqui no blog  e só não leio mais Christie por falta de tempo. Seus livros foram só melhorando ao longo de sua carreira e com uma vasta obra a autora é uma das mais elogiadas do mundo, e a mais editada da história. Espero que gostem da notícia e aproveitem a novidade para conhecer a autora se ainda não conhecem. Achei as capas legais, coloridas, mas ficou bom. Por enquanto é isso! Até mais!

4 comentários:

  1. OOOOOOOOLÁ! =) Meu dia vai bem, Ya, e o seu? ♥ Hmm, sou suuuuper fã da Agatha, o segundo livro me interessou bastante! Só a capa é convidativa, hahaha! Esse Assassinato no Campo de Golfe também me interessou bastante! E não Sobrou Nenhum, também, hahaha! Meu Deuuuuuuuuuus, acho que os livros dela foram feitos pra mim, só podeeeeee *0* Sou apaixonada e doida por livros assim, hahaha! :33

    Um enoooooorme e grande beijo,

    Juu-Chan || Nescau com Nutella

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  2. Ficaram bem legais essas capas. #ozadas =P
    Desses só li O Misterioso Caso de Styles. Tenho Assassinato no Campo de Golfe, mas nunca consegui terminar de ler... Sempre vem algo na frente ¬_¬'
    Muito boa essa repaginada nos livros da Agatha.

    Abs...

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  3. As edições ficaram liiindas! OMG :o

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  4. Ficou muito bonita as capas, chamativas, mas ficou bem legal, se pudesse compraria todas, sou curiosa para ler Agatha, mas nunca consigo. Adorei, abs!

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